Organizar casamento dá trabalho’, garante atriz Fernanda Souza.

janeiro 2nd, 2014

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A intérprete de Bernadete, em Malhação, se casará com Thiaguinho no início de 2015 e fala sobre a conciliação da carreira com os preparativos da festa.

Fernanda Souza não tem o que reclamar de 2013. A atriz teve um ano bem agitado, cheio de realizações tanto na vida pessoal como na profissional.

“Foi incrível e muito produtivo em todos os aspectos da vida. Voltei a trabalhar, fiz TV, teatro, cinema, fui pedida em noivado, casamento… Estou superfeliz”, conta ela, que está no ar como a divertida Bernadete, em Malhação. Mas se engana quem pensa que o próximo ano será menos movimentado. “Faço Malhação até julho, tem a estreia do meu novo filme, continuo viajando com a peça e ainda tem a organização do casamento”, lista a noiva de Thiaguinho, que pretende passar a virada do ano ao lado do amado.

O casal subirá ao altar em fevereiro de 2015 e Fernanda já dá sinais daquela ansiedade típica das noivas. “Vou passar o ano todo preparando o casamento e organizando a casa. É muito difícil organizar um casamento, gente!”, brinca a atriz. Como a festa será realizada em São Paulo, Fê diz que vai dividir as tarefas com o futuro marido.

“Eu moro no Rio e ele lá, então acho que vai sobrar para ele também”, diverte-se.Mesmo no dia do casório, a atriz garante que o noivo terá trabalho: “Ele vai cantar no casamento, com certeza”, afirma Fernanda, que além de tudo é fã declaradíssima do trabalho de Thiaguinho.

Vestidos curtos realçam elegância e charme das noivas; veja modelos.

dezembro 30th, 2013

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O sucesso para escolher este modelo está na riqueza e equilíbrio de detalhes: rendas, bordados, pedrarias, sapato e arranjo de cabelo.Fugir do tradicional vestido estilo “bolo de noiva”, longo, cheio de camadas, coberto por véu e grinalda, é cada dia mais um pedido entre mulheres que se preparam para subir ao altar. Por isso, os modelos curtos estão entre as opções das noivas que querem garantir mais conforto sem deixar de lado a elegância como tentativa de driblar as altas temperaturas que castigam boa parte do País o ano todo. Além de um aliado contra o calor, os vestidos até a altura dos joelhos estão sendo muito usados em cerimônias menos conservadoras, que normalmente acontecem em praias e chácaras, por exemplo, mas nada impede que uma noiva tradicional opte por modelos curtinhos. Na novela Flor do Caribe, que se passava em Natal (RN), a personagem de Grazi Massafera apostou em um vestido nude inteiro rendado.

Como escolher o vestido certo?

Com tantas opções no mercado, as mulheres devem ter em mente que os detalhes são a grande preocupação quando se trata de vestido curto. Como encurtar um look clássico de vestido longo de noiva fica simples demais, os curtos merecem atenção redobrada nos detalhes, nas aplicações de rendas, tules, bordados e pedraria, além do decote e itens diferenciais na barra. “O vestido curto demanda um cuidado a mais. Por fugir do convencional, ele precisa de muito mais destaque, por isso os detalhes devem ser o ponto de importância do look”, explicam as consultoras em imagem pessoal, estilo e moda, Fernanda Junqueira e Tatti Marques.

Qual o comprimento ideal?

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Mesmo que o brilho do vestido esteja nos detalhes, é preciso estar atenta para não escorregar no comprimento, cair na vulgaridade e comprometer a produção para o grande dia. “O cuidado maior será sempre evitar uma

sensualidade exagerada do vestido curto, para não perder a elegância que a ocasião pede”, dizem as consultoras.
Por isso, segundo elas, um comprimento considerado ideal para praticamente todos os tipos de corpos, estilos de cerimônias e que, além de tudo, ajuda a valorizar a silhueta, é manter o vestido logo abaixo do joelho, com a barra na curvinha que tem entre ele e a panturrilha. “Mas, para as noivas mais baixinhas e que estiverem com pernas bonitas, ou que não tem problema com elas, vale os modelos acima do joelho”.

E o sapato?

Com o vestido curto, os sapatos ficam em evidência, por isso a escolha do par dos sonhos é importante para valorizar ainda mais o visual. Para as noivas mais baixas, por exemplo, um bom salto alto favorece a produção. Para as mulheres mais longilíneas, um sapato baixo também é bem-vindo, especialmente se o casamento for realizado na praia ou em algum local menos formal. Assim como o vestido, nada de rasteirinha básica: capriche em detalhes com pedras e brilhos também nos pés, mas claro, com cuidado para não passar da conta.

Véu pode?

“Pode usar véu sim, mas tem de tomar cuidado para que ele não “exceda” o vestido”, afirmam as consultoras. Para quem não quer abrir deste detalhe, o modelo tem que ser mais curto que o vestido, não tão armado e procurar um estilo mais moderno também pode ser uma boa alternativa. Mas, para as noivas que não se importam em abrir mão desta tradição, arranjos delicados de cabelos, além de flores e voilettes, armações pequenas que têm um pequeno tule que cobre parte do rosto e dá um ar retrô ao visual, podem ser usados como complemento e acessórios.

E o buquê?

Como em qualquer produção, a harmonia entre os elementos é fundamental, especialmente em um dos dias mais especiais da vida das mulheres. Com o visual mais leve do vestido curto, o buquê também precisa acompanhar a ideia e deve ser pequeno, delicado e curto. Fugir das tradicionais flores brancas ou rosas coloridas também está na moda e apostar em usar flores de tecidos, rendas e até pérolas nas mãos podem ser sugestões a se considerar.

Atenção noivas!! Vestido de noiva é bem durável com 90 dias de garantia.

dezembro 27th, 2013

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Em decisão unânime, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que um vestido de noiva, como o vestuário em geral, enquadra-se na categoria de bem durável e, portanto, conforme o Código de Defesa do Consumidor, é de 90 dias o prazo decadencial para reclamação de defeitos aparentes.

A decisão foi tomada na análise de recurso interposto por uma noiva. Segundo o processo, a consumidora comprou o vestido para seu casamento, realizado em agosto de 2006. Porém, uma semana antes da cerimônia, constatou inúmeros defeitos no vestido, reformado às pressas por um estilista brasiliense, contratado à última hora, já que a loja que originalmente havia confeccionado o vestido se negou a realizar os ajustes necessários.

De acordo com os autos, os vícios já haviam sido notados na data da última prova, em julho de 2006, no entanto, após a reclamação da consumidora, nenhum reparo foi feito. Transcorridos 16 dias do casamento, a compradora notificou formalmente a empresa contratada, que dez dias depois negou o alegado vício no produto. A noiva, então, buscou amparo na Justiça.

Decadência

O juiz de primeira instância extinguiu o feito, sem resolução do mérito, por julgar que o direito da autora teria sido atingido pela decadência. Ele considerou o prazo decadencial de 30 dias previsto no CDC para a reclamação relacionada a bens não duráveis.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) confirmou a sentença. Segundo o colegiado de segunda instância, peças de roupa seriam produtos não duradouros, principalmente um vestido de noiva, “cujo uso se extingue com a realização da cerimônia”.

Bem durável

O ministro Villas Bôas Cueva, relator do recurso interposto no STJ, esclareceu que o produto durável é aquele que “não se extingue pelo uso, levando algum tempo para se desgastar”. Salientou que “ao consumidor é facultada a utilização do bem conforme sua vontade e necessidade”, afirmando que “nenhum produto é eterno, pois, de um modo ou de outro, todos os bens tendem a um fim material em algum momento, já que sua existência está atrelada à sua vida útil”.

Assim, Cueva esclareceu em seu voto que o aspecto de durabilidade do bem inclui a noção de que, um dia, ele perderá sua função. Bens duráveis são aqueles que servirão ao consumidor durante um certo tempo, que pode variar em razão de fatores diversos. Por outro lado, bens não duráveis são aqueles de desgaste imediato, que findam com um “único ato de consumo”, como alimentos, remédios e combustíveis.

Valor sentimental

Para o relator, o vestido de noiva é um bem de uso especial, um artigo de luxo, com valor sentimental e características singulares, que desperta desejos e pode ser, inclusive, resultado de esforço especial para a aquisição. “É notório que, por seu valor sentimental, há quem o guarde para a posteridade, muitas vezes com a finalidade de vê-lo reutilizado em cerimônias de casamento por familiares (filhas, netas e bisnetas) de uma mesma estirpe”, acrescentou o ministro.

Ainda de acordo com o relator, “há pessoas que o mantêm como lembrança da escolha de vida e da emoção vivenciada no momento do enlace amoroso, enquanto há aquelas que guardam o vestido de noiva para uma possível reforma, seja por meio de aproveitamento do material (normalmente valioso), do tingimento da roupa (cujo tecido, em regra, é de alta qualidade) ou, ainda, para extrair lucro econômico, por meio de aluguel (negócio rentável e comum atualmente)”, o que demonstra que a vestimenta, como outra qualquer, “sobreviverá a muitos usos”.

CDC

Por isso, segundo o relator, incide o prazo decadencial de 90 dias, previsto pelo CDC, aplicável às reclamações relativas a vícios aparentes ou de fácil constatação em produtos definidos como bens duráveis, contado da data de entrega efetiva do produto.

No caso, explicou Cueva, o bem entregue não estava em perfeito estado e não correspondia ao modelo previamente combinado entre a consumidora e a empresa que o confeccionou. Tal tipo de vício é perceptível pelo “consumidor médio”, e dispensa conhecimento especializado, por decorrer de análise superficial do produto (simples visualização ou uso), cuja constatação é verificável de plano.

Além disso, o relator ressaltou a frustração das expectativas às vésperas da cerimônia e o transtorno pela necessidade de buscar um profissional às pressas que realizasse os consertos indispensáveis para utilização da roupa no casamento. Para o ministro, as circunstâncias do caso demonstram claramente a angústia e a frustração da pessoa que comprou o vestido para uma ocasião tão especial.

Interrupção do prazo

Em seu voto, Villas Bôas Cueva teceu comentários sobre a interpretação do parágrafo 2º do artigo 26 do CDC, segundo o qual, entre os fatores que “obstam a decadência” do direito de reclamar por vícios do produto ou serviço, está “a reclamação comprovadamente formulada pelo consumidor perante o fornecedor”.

Segundo o ministro, quando a consumidora apresentou notificação extrajudicial à empresa houve interrupção do prazo decadencial.

Cueva explicou que, embora não haja na lei nenhuma forma específica para tanto, a reclamação pode ser apresentada por vários meios: verbal, seja pessoalmente ou por telefone, ou ainda por escrito, via instrumento enviado pelo cartório de títulos e documentos, por carta registrada ou simples, e-mail, fac-símile, entre outros canais.

A jurisprudência do STJ admite que a simples reclamação verbal é suficiente para interromper a decadência, desde que efetivamente comprovada e direcionada a quem interessa.

Quanto à expressão “obstam a decadência” prevista no artigo 26, parágrafo 2º, do CDC, o ministro afirmou versar uma modalidade de interrupção do prazo decadencial, já que “a melhor doutrina assegura maior amplitude à tutela dos consumidores, cuja hipossuficiência, em regra, norteia as opções do legislador”. É que tal interpretação beneficia sobremaneira o consumidor, que dispõe novamente do prazo completo para exercitar seu direito a partir da resposta negativa do fornecedor.

Vai casar no verão? Tome cuidado com os efeitos do calor.

dezembro 20th, 2013

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Ah, o verão! Tem gente que ama a estação, tem gente que a odeia, e tem aqueles que se casam nesta época! Se você escolheu celebrar a união entre dezembro e março, é importante ficar atento ao calor para que nada dê errado em um dos dias mais especiais da vida.

De acordo com a cerimonialista e assessora de casamento  Michelly de Oliveira, depois de decidido o tamanho e o tipo de festa que os noivos pretendem, o primeiro passo é “buscar um local fresco, arejado ou com ar condicionado”.

Procure opções onde o ar, assim como as pessoas, possam circular. Também é recomendado escolher o final da tarde ou início da noite (horários já mais frescos) – sobretudo em cerimônias ao ar livre.Para a também cerimonialista Roberta Girelli, em algumas cidades, mesmo à noite, o calor é muito intenso. Então é preciso redobrar os cuidados. “Caso o local seja aberto e não tenha ar condicionado, certifique-se que a bebida esteja bastante gelada e escolha um bufê com comidas leves”, diz. Michelly também recomenda que sejam tomados cuidados especiais com os convidados, para que eles se sintam confortáveis. “Cada vez mais as pessoas têm buscado sair do comum e personalizar os casamentos.

Alguns detalhes fazem as pessoas se sentirem mega especiais e ajudam ainda a refrescar!”, diz.“Já vi casamento na praia, onde, na entrada, cada convidado recebia um mini protetor solar e um óculos. Caso a igreja não tenha ar condicionado, pode oferecer leques personalizados para as mulheres. Antes da cerimônia é bom servir água de coco, águas aromatizadas e sucos para os convidados, principalmente se o casamento for à tarde. Isso também pode ser servido na chegada da recepção”, lembra Roberta.

Assim, oferecer pontos que sirvam água, pensar em mimos para dar para as convidadas e tomar cuidado com o materiais que esquentem o espaço são preocupações fundamentais.Para a festa, há ainda mais uma lista de detalhes que podem fazer toda a diferença no elegante duelo contra o calor. Michelly recomenda um open bar de sucos.

Além disso, picolés e sorvetes também podem ser inseridos com delicadeza e criatividade no evento. E nada de esquentar ainda mais o local: por isso, “evite velas e muitas lâmpadas – que podem ser substituídos pelo Led na iluminação”, diz. Já quem vai aproveitar o verão para fazer um casamento ao ar livre, além de evitar os horários mais quentes, deve ficar atento à possibilidade de chuva. A estação costuma ser chuvosa. Michelly de Oliveira também alerta sobre os cuidados com as árvores do local, para que não haja o risco de cair nada na cabeça dos convidados.

vai-casar-no-verao-tome-cuidado-com-efeitos-do-calor-02 Roupas frescas

Dentro do que a noiva sempre sonhou para seu grande dia, o bom senso aconselha a evitar luvas e cabelos soltos. “De um modo geral nessa época do ano o ideal é sempre um vestido mais leve, com decote nas costas, que remeta à leveza e que deixe a noiva à vontade”, diz Michelly. Roberta complementa: “Opte por vestidos de tecidos mais leves, com ou sem renda. Se for casar durante o dia, evite os vestidos com muito brilho”.

E preocupe-se, também, com o bronze do casal. “A noiva deve tomar sol de top tomara-que-caia e chapéu, para não marcar o busto e nem o rosto”, orienta Michelly. “Independente do modelo do vestido, a noiva não deve ter marca de biquíni”, completa. Além de poder se arrepender do bronzeado quando vir as fotos no futuro, excesso de bronzeamento pode até causar desconforto durante a festa.

Ensaio sensual para noivas

dezembro 19th, 2013

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Já imaginou surpreender seu futuro marido com um ensaio sensual temático?

Se a resposta é sim, separe alguns objetos que você vai usar no casamento (como lingerie, véu ou sapatos) e prepare-se para o flash.
O ideal é fazer o ensaio alguns meses antes do casamento (para que as fotos fiquem prontas antes da festa) e entregar o álbum na noite de núpcias. Certeza que a lua-de-mel vai ser ainda mais animada!

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Para o ensaio, você pode levar a lingerie que vai usar na primeira noite de casados, uma roupa do noivo (camisa e gravata, por exemplo), os sapatos da festa de casamento, algum objeto que tem significado para o casal e o que mais sua imaginação criar.

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“Quando a mulher decide fazer o ensaio, ela começa a se preparar, se olhar mais, a se cuidar e imaginar. No dia das fotos, estará produzida, em um local bacana e especialmente preparado para ela, além de lingeries escolhidas para valorizar o seu corpo. Tudo para que ela fique ainda mais sexy e atraente”, explica a fotógrafa Darcy Toledo, da Agência Nude, especializada em ensaios sensuais para mulheres’.

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Atriz, Letícia Sabatella, casará novamente – Vestido foi criado pela estilista Martha Medeiros

dezembro 16th, 2013

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Letícia Sabatella se casa na segunda-feira (16), com o também ator Fernando Alves Pinto, no Estação São Paulo, na capital paulista, às 20h30. As informações são do colunista Léo Dias do jornal O Dia.

O vestido da atriz foi criado pela estilista Martha Medeiros e as joias pelo designer Emar Batalha.

Letícia já foi casada com o ator Angelo Antonio, pai de sua única filha, Clara, de 20 anos.

Você sabe porque usamos anéis de casamento, e porque eles são usados no quarto dedo da mão esquerda?

dezembro 9th, 2013

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Não se sabe ao certo quando essa tradição tão difundida na cultura ocidental começou. Alguns acreditam que os registros mais antigos da troca de alianças venham do Egito e tenham ocorrido há cerca de 4800 anos.

Naquela época, diferentes tipos de junco – que cresciam junto com o conhecido papiro – eram torcidos e trançados para formar anéis e outros tipos de ornamentos usados pelas mulheres.O círculo sempre foi o símbolo da eternidade, um elemento sem começo nem fim, valorizado pelos egípcios e por outras culturas. O espaço no centro do anel também tinha um significado e representava uma passagem para o conhecido e o desconhecido.

Presentear uma mulher com um anel era uma prova de amor eterno e imortal.Pouco tempo depois, a matéria-prima dos anéis foi substituída por materiais que ofereciam maior durabilidade, como couro, ossos e mármore. Quanto mais caro o anel, maior era o amor de quem oferecia a peça. O valor do artefato também representava a riqueza de quem presenteava.

Outras tradições:

Em algum momento, a tradição de trocar anéis também chegou até os romanos. Mas havia uma pequena diferença – para eles, o anel não era um símbolo de amor, mas sim, de posse. As alianças de compromisso dos romanos eram feitas de ferro, simbolizavam força e permanência e eram chamadas de Anulus Pronubus. Acredita-se também que os romanos tenham sido os primeiros a gravar os anéis. Mas foi somente a partir do ano de 860 que os cristãos passaram a utilizar os anéis nas cerimônias de casamento.

Era comum que fossem peças rebuscadas, entalhadas com pombas, liras ou duas mãos ligadas. A Igreja Católica considerava esse tipo de anel como um item pagão, então por volta do século 13 as joias utilizadas para pedir em casamento e consolidar a união foram simplificadas e ganharam um ar mais espiritual.

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Um anel, vários dedos:

Os anéis de casamentos passaram por diferentes estágios ao longo da história e já foram usados em diferentes dedos, incluindo o dedão, em ambas as mãos. Mas existem algumas explicações que podem nos ajudar a entender porque hoje ele é mais comumente carregado no quarto dedo da mão esquerda.

De acordo com a tradição que vem dos romanos, o anel de casamento deveria ser usado no dedo anelar da mão esquerda porque ali passa uma veia que liga direto ao coração e era chamada por eles de Vena Amoris, ou “veia do amor”. Tempos depois, os cientistas descobriram que essa informação é falsa, mas essa continua sendo a explicação favorita dos românticos inveterados.

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Uma outra teoria proveniente do cristianismo parece oferecer uma justificativa mais plausível para o fato do anel de casamento ter ido parar no quarto dedo da mão esquerda.

A história conta que durante a cerimônia dos primeiros casamentos cristãos, o padre celebrava a união dizendo “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” enquanto tocava o dedão, o indicador e o dedo médio com o anel, respectivamente. E ao dizer “Amém”, o clérigo colocava o anel no quarto dedo para selar o matrimônio.

A última explicação é mais prática e se baseia na ideia de que o ouro, que é o metal tradicionalmente utilizado para confeccionar alianças de casamento, sofre menos desgaste na mão esquerda, já que grande parte das pessoas é destra. Além disso, tudo indica que o quarto dedo foi o escolhido justamente por ser um dos dedos menos utilizados. O dedinho, por sua vez, resultaria em um anel pequeno demais para ser gravado e decorado, então elegeu-se o próximo dedo menos usado e que tem um tamanho semelhante aos outros para carregar o anel.

O que toda a noiva deve saber para escolher a igreja ideal para seu casamento.

novembro 28th, 2013

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Os noivos têm que conhecer bem as regras da igreja onde querem casar antes de fazer sua escolha final.

Sabia que existem igrejas em que não é possível lançar arroz aos noivos no fim da cerimônia? Como este exemplo do lançar do arroz existem muitas outras particularidades. O que você assistiu em outros casamentos pode não ser permitido na igreja em que você pensa casar, porque cada igreja tem as suas regras.

Por isso, informe-se bem antes de avançar para a marcação da igreja. Preste atenção especial às normas e restrições sobre a decoração do casamento, música, horários, fotógrafos e iluminação, porque são normalmente esses, os detalhes que as noivas dão maior importância e que por isso podem causar uma maior decepção.

Para a escolha decisiva da igreja considero que existem ainda outros 3 pontos importantes:

1- A facilidade do estacionamento

2- A distância entre a igreja e o local da festa

3- O número de pessoas que a igreja comporta. (parece óbvio, mas às vezes os noivos ficam tão entusiasmados que se esquecem dos detalhes mais simples.

Noivas das novelas de época inspiram vestidos atuais. Confira!

novembro 26th, 2013

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Os vestidos das novelas de época podem servir de inspiração para as produções atuais.

Veja os modelitos usados por estrelas como Juliana Paes, Ana Paula Arósio, Mariana Ximenes e Camilia Pitanga e faça a sua própria releitura fashion!

As noivas das novelas fazem sucesso com as espectadoras independentemente do ano em que se passa a trama. Românticos, ousados, com renda ou mais comportados, os modelitos das novelas de época podem servir de inspiração para os dias de hoje – nas palavras da estilista Lethicia Bronstein, basta “escolher o melhor de cada década”!

Em Joia Rara, que se passa nas décadas de 1930 e 40, Gaia (Ana Cecilia Costa) se casou usando um vestido bordado de flores, com a cintura marcada e as mangas amplas e fluidas.

O modelo pode ser uma aposta certeira para uma cerimônia do século XXI, com algumas alterações.

A dica é optar por um corte mais sequinho e sem as mangas bufantes, mas que mantenha os detalhes retrô.Camila Pitanga usou um delicado vestido de rendas como a personagem Isabel em Lado a Lado.

O modelo, que valorizou a silhueta da atriz, pode ser uma opção para casamentos no campo. Detalhe para o pente de flores de brilhantes, que substituiu a grinalda e é uma opção glamourosa de arranjo de cabeça.Ana Francisca (Mariana Ximenes) optou por um modelito azul claro com rendas em seu casamento com Danilo (Murilo Benício) em Chocolate com Pimenta. O vestido com toque romântico e de ousadia!

Vestido de noiva com pedraria é tendência. Veja como usar o detalhe.

novembro 19th, 2013

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Usar pedraria no vestido de noiva é tendência e o recurso pode valorizar a silhueta se for posicionado estrategicamente.

A pedraria é um elemento versátil no vestido de noiva. “O recurso pode ser aplicado no decote, na cintura ou até no ‘corpo’ do modelo”. E como o detalhe agrega volume ao corpo, pode ser usado para dar equilíbrio a silhueta e valorizar os pontos fortes.

Na última edição da Bridal Fashion Week, que apresenta as tendências de moda noivas, a pedraria foi apontada como tendência. Mas, quando o assunto é casamento, o que é moda pode não ser a melhor opção. “A pedraria pode ser usada em festas que começam a partir das quatro da tarde.

Antes disso, o detalhe deve ser bem sutil”E se a ideia é valorizar a silhueta, a dica é posicionar a pedraria em pontos estratégicos do corpo. “Um cinto com pedraria, por exemplo, marca a cintura e pode dar equilíbrio ao corpo”, avalia a estilista.

O segredo é aplicar o detalhe na região que precisa ser destacada, nunca naquela que fica naturalmente em evidência.